quarta-feira, 10 de junho de 2009

Eu só não quero que isso pareça...


Preocupação com o que sai da boca alheia nunca foi problema. Só havia uma, exatamente uma coisa que era inaceitável as pessoas dizerem: 'nossa você é tão fraca'. Ego algum permitiria tamanha façanha, o que agora perante a todas essa emoções trancadas, empilhadas, e misturadas a barulhos de máquina, biscoitos, e chefes, é de fato a única coisa que parecer conseguir ser perfeitamente.
Mente inquieta, coração pesado, corpo dolorido e no meio dessa PORRA toda uma essência escorrendo pelo ralo, uma tremenda falta de coragem pra se impor.
Quanta demagogia, negligência e todos as palavras difícil que são sinonimo de covardia.
Gustavo dizia: 'você é uma das pessoas mais corajosas que conheço', devia servir de consolo, conselho.
Se olhar no espelho em tempos como esse é quase uma ofensa, e a prova viva da própria cobrança no sentido de se perguntar como deixou as coisas chegarem a esse ponto. Sem busca alguma pela resposta, nem vontade pela mesma, só cria vontade de fugir, pra longe, bem longe, de tudo, de todos, de mim.
Sei exatamente aonde é esse lugar, acontece que saber onde é como fazer isso ser concreto torna mais irremediável.
Andei deixando palitos jogados aos quatro ventos, junto com sentires, e coisa que o valha.
Ouvir, repetir, fugir. Memoria gagueja tentando lembra o ultimo suspiro, do ultimo momento exato de absoluta satisfação.
Medida drástica (?) que pedantismo, mais nasci pedante, e nada mais correto que morrer...







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sutilidade entre a complexidade e a ambiguidade. ou um tiro no escuro (?)

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