E como se houvesse algo errado, e eu não fizesse questão alguma de saber o que, e muito menos de resolver isso. Fugir e fugir, mudar e recriar, talvez algo que já tenha se transformado em desespero e sem identidade, a par de tantas covardias, mudanças repentinas e auto destruição linda.
Claro, tudo óbvio! Tu cria uma mentira, alimenta, e sem ver passa a ver isso como razão, que sarcasmo comigo mesma. Nada anda fazendo sentido, além da minha total falta de admissão própria em dizer 'NÃO, EU NÃO POSSO VIVER SOZINHA'.
E linda e loira vai admitindo, que só precisa de uma maço de cigarros, uma sexta feira insana, uma transa com um estranho, e tudo resolvido. Carência em ordem, nada de sentimentalismo barato.
Fica remoendo sozinha, uma dor de cutuvelo sem estribeira, quisera algum dia cometer um sincerisidio na frente do espelho.
E se desse um nó na sacola do supermercado onde ponha ria tudo, daqueles bem apertados, pra que aquela lembrança mais bonita não tentasse escapar, e não viesse correndo atrás, atormentar seu lindo cotidiano no palácio das alvoradas.
Juro cautela ao escolher a cor do castanho!
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