Ainda tem 50 minutos pra puxar um assunto e ter mais uma noite boemia nos braços dele. Mas hoje há coisas que tormentam mais que passar uma semana sem ver o peixe. Sempre soube que ele ia virar mais um sushi, que você come, digere e manda vim outro.
Além de tudo que sempre pertubou, agora realmente tinha um problema, álias, sem modestias dava pra chamar de um GRANDE problema. Já não se sabe onde quer ver o pôr-do-sol, não se sabe onde quer aprender a pegar os onibus outra vez, muito menos o que vai sussestentar a ância toda de 'quero chegar aos 80'.
Entre tópicos, por que convenhamos não dá pra chamar meia dúzia de desejos de planos, nenhum aparentemente fazia sentido. Europa, nordeste, sul, continuar aqui (?) Com inveja embaixo do braço, lia trechos de todo mundo, sabia que nunca foi feita pra aquilo que vivia querendo ser, admitir pra si mesmo encomodava. Ainda pior era admitir que não se auto-conhecia o suficiente pra saber pra onde comprar as passagens.
Tinha que passar um ar de auto-confiante, afinal: brigou com o namorado, a mina não quer te dar, ele só te enrola, você não sabe com qual dos 5 ficar, nisso tudo e um pouco mais tinha qualificação suficiente pra resolver um equação infinita.
Alem do 'que que eu vou fazer pra viver', vinha a tona mais uma pergunta, mais que ambiguidade peculiar, era bonito dizer que as perguntas que moviam o mundo, mais aparecer respostas que é bom, que nada.Seria ela mais uma dorme na caixa, encaixotada dentro de um ármario, ou teria perdido todas as esperanças na testosterona, seu ego sabia que era algo bom, nunca tinha se entranhado com mulher alguma, mais queria saber, a prova dos nove era o jeito unico de comprovar isso ou simplismente continuar dizendo que fechou o olho é tudo igual.
Mais não se deixava levar, não tinha peito suficiente pra por tudo na cara do povo, ia fugindo, mentindo, imaginando, e interpretando. Tá ai artes cênicas sempre foi uma boa.
Agora só faltam 40 minutos, mais um bom sushi não fica pronto em tão pouco tempo, mais uma tilápia assada sim heim!
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