domingo, 1 de julho de 2012
Esse sorriso, o jeito que você estala os dedos e o pescoço, o jeito que você anda, e aquele riso alto de quando está bêbada, o jeito que corta a cebola, como vê as horas no relógio, o jeito de dirigir concentrada, ou dançando uma música de balada qualquer, o modo como você abraça o travesseiro e se enrola no edredom porque está frio, ou o jeito que se gruda na cama por que a preguiça chega, porque pode ser domingo.
Quando abre o guarda roupa pra escolher uma roupa, quando me olha, e procura ver a minha alma, e me deixa sem graça, ou quando conta uma piada, daquelas criativas que fazem as gargalhadas terem o maior sentido desse mundo.
O modo como segura o cigarro, os movimentos enquanto tenta arrumar alguma coisa, a porta, a tv, aquele 'eu já sabia' de quando eu bato a cabeça em qualquer canto inusitados, ou de quando derrubo toda a bebida.
O seu olhar enquanto nos amamos, o seu toque quando estou nos seus braços, sentindo que meu corpo se encaixa no seu. O seu jeito de falar que me ama, e que vai morrer de saudades.
O seu reflexo do espelho enquanto me maquio, o seu sorriso de volta quando olho, tímida. O seu jeito intenso de contar histórias, as sua mímicas, os detalhes que nem todo mundo lembra.
Você, o seu jeito, o seu modo, a sua maneira, é como se eu fechasse os olhos e pudesse imaginar qualquer movimento seu, como se fosse possível sentir o seu cheiro, a sua mão na minha, o seu perfume em mim.
Como é bom te amar, como é intenso sentir isso, e sentir falta de cada pedaço seu, cada gesto, cada canto do seu dia-a-dia. Esse sorriso é o que me move, e o dá sentido aos meus.
domingo, 17 de junho de 2012
E se o dia nos doar cinco minutos de tempo, iremos dar um jeito de resumir tudo dentro deles, e se o tédio nos dar sete horas, vamos preencher com qualquer tipo de conversa, e algumas declarações no meio do turbilhão de palavras que nunca param de sair da minha boca.
Nos finais de semana, e nos dias que terminam em A, no dia que você enraizar naquele velho sofá, no dia que eu sumir e você souber que estou na estrada sem o celular funcionar, da mesma forma que se você sumir, saberei que está tirando cochilos, porque a aula deve ter sido um saco.
Dias, conversar, horas, sincronia, e cada vez que amanhece tudo se renova, e o dia vem outra vez, e no final dele, nos encontraremos nessas páginas sociais, contaremos como vão as coisas, e desejarei antes de fechar os olhos, que o próximo dia me traga você, cada vez mais perto de mim, cada vez mais pra mim, cada vez mais em mim.
Rotina boa, bom dia, boa noite, tudo bem? Gosto de poder contar com você, gosto de ouvir a gente conversar, gosto de imaginar você aqui no meu colo, gosto de dividir meu dia, minha vida, e meu sentimento com você. Boa noite pequena.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Queria detalhar cada instante e cada arrepio que meu corpo sentiu nessas últimas semanas, queria contar toda a certeza que continuo prevalecendo aqui dentro, queria descrever o que minha alma sentiu quando nossos beijos se encontraram outra vez. Nada melhor, nada pior, a música se renovou, e isso entra num ritmo bonito, porque as coisas mudam, a gente também, e tem alguma coisa que o nosso toque, a nossa pele, gosta de ver, de sentir e de saber.
Por cada carinho, cada noite, cada desejo, cada copo, e tudo aquilo que somente as nossas retinas e nosso infinito entenderá.
Eu queria ficar, não queria soltar, queria caminhar, assim juntinho, pra qualquer lugar, junto comigo!
E hoje, em uma daquelas datas comemorativas, tão piegas quanto versos repetidos, é você, a sua companhia, a sua melodia que meus ouvidos pedem, seu gosto que o paladar lembra, seu cheiro que está grudado aqui dentro de mim.
Obrigada por me ensinar a voar, por conseguir me mostrar meus limites, lados que eu nem conhecia, diferenças, capacidade e habilidade. Obrigada por reconhecer a minha alma no meio de todas as outras,obrigada por ser minha melhor amiga, meu melhor abrigo, minha paz.
Estou aqui, de alguma forma junto a você, cuidando, e amando, a cada atitude, cada mensagem, cada dia de saudades! Espero que sim, que venha pra mim, e que seja isso, enquanto for, do jeito que for, mas seja!
Eu te amo, te cuido, te protejo, te prometo, te guardo, te quero, e te espero! Minha pequena (L)
Por cada carinho, cada noite, cada desejo, cada copo, e tudo aquilo que somente as nossas retinas e nosso infinito entenderá.
Eu queria ficar, não queria soltar, queria caminhar, assim juntinho, pra qualquer lugar, junto comigo!
E hoje, em uma daquelas datas comemorativas, tão piegas quanto versos repetidos, é você, a sua companhia, a sua melodia que meus ouvidos pedem, seu gosto que o paladar lembra, seu cheiro que está grudado aqui dentro de mim.
Obrigada por me ensinar a voar, por conseguir me mostrar meus limites, lados que eu nem conhecia, diferenças, capacidade e habilidade. Obrigada por reconhecer a minha alma no meio de todas as outras,obrigada por ser minha melhor amiga, meu melhor abrigo, minha paz.
Estou aqui, de alguma forma junto a você, cuidando, e amando, a cada atitude, cada mensagem, cada dia de saudades! Espero que sim, que venha pra mim, e que seja isso, enquanto for, do jeito que for, mas seja!
Eu te amo, te cuido, te protejo, te prometo, te guardo, te quero, e te espero! Minha pequena (L)
domingo, 6 de maio de 2012
Eu estou aqui, mesmo que o amanhã não chegue, mesmo que o sol desapareça. Se algo te atingir, tentarei lhe defender, da maneira possível, do jeito que faço. A minha mão está aqui, se quiser pular, vamos juntas, se quiser mergulhar, vamos fazer a contagem regressiva, trancar a respiração e ir. E se quiser dançar, minha cintura vai se encaixar na sua, se quiser abraçar, a gente se ajeita. E se quiser telefonar, estarei do outro lado pra ouvir, ou pra falar, tanto que entraremos no mesmo consenso, sim, eu falo demais!
E se desistir dos teus sonhos, eu te empresto os meus, ou a gente inventa outros pra buscar, ou vive outros pra contar.
Sem esquecer, que eu a tirarei pra dançar, dentro daquele ritmo, dentro daquele espaço, protegendo, cuidando. E tudo vai ficar bem!
E se desistir dos teus sonhos, eu te empresto os meus, ou a gente inventa outros pra buscar, ou vive outros pra contar.
Sem esquecer, que eu a tirarei pra dançar, dentro daquele ritmo, dentro daquele espaço, protegendo, cuidando. E tudo vai ficar bem!
quarta-feira, 25 de abril de 2012
O choquinhos casuais, que indicavam o teu sono, ajeitava o travesseiro, o corpo na cama, o corpo no seu, fechava os olhos e agradecia por estar ali, por te ter ali.
O mundo parava, e ainda para, todas as vezes que sou capaz de lembrar seu toque, seu cheiro, seu beijo.
Boa noite, durma bem, se cuida, qualquer coisa estou aqui, e sonhe bem, sonhe comigo.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Quantos 'queria que algo novo acontecesse' a gente não escuta por ai. Ai muda, de uma hora pra outra, o casamento termina, a chuva para, o cigarro apaga, o canal não passa mais aquele programa que gosta no horário compatível, os amigos se mudam, alguém cai e se machuca, o relógio gira, a comida esfria, a vontade passa.
Como parte do processo, começamos a nos vasculhar, a procurar um chão, um ar, alguma coisa que faça tudo parecer tranquilo, sabe porque? a gente quer mudança, mas a gente esquece de que não é tão fácil assim acostumar-se com o novo.
Alguns encontram, outros fingem não se importarem, e há os dramáticos, dos quais faço parte, que choram, gritam, bebem, e não se perdoam pelo fato de não estarem prontos para aquilo.
Mas no meio de todo o breu, de toda a melancolia, sempre se dá um jeito, as vezes torto, de encontrar uma força que nem ao menos você sabe que possuía, aquela que te move, que te faz querer sonhar outra vez, que faz com que o sol ilumine todos os pensamentos formados, antes de dormir.
A música continua tocando, a fome sempre bate, e mistura com a sede a saudades daquilo que foi bom, e vai se indo, dia após dia, pra perto do abismo, ou pra perto do céu.
Como parte do processo, começamos a nos vasculhar, a procurar um chão, um ar, alguma coisa que faça tudo parecer tranquilo, sabe porque? a gente quer mudança, mas a gente esquece de que não é tão fácil assim acostumar-se com o novo.
Alguns encontram, outros fingem não se importarem, e há os dramáticos, dos quais faço parte, que choram, gritam, bebem, e não se perdoam pelo fato de não estarem prontos para aquilo.
Mas no meio de todo o breu, de toda a melancolia, sempre se dá um jeito, as vezes torto, de encontrar uma força que nem ao menos você sabe que possuía, aquela que te move, que te faz querer sonhar outra vez, que faz com que o sol ilumine todos os pensamentos formados, antes de dormir.
A música continua tocando, a fome sempre bate, e mistura com a sede a saudades daquilo que foi bom, e vai se indo, dia após dia, pra perto do abismo, ou pra perto do céu.
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- medianeira, paraná, Brazil
- sutilidade entre a complexidade e a ambiguidade. ou um tiro no escuro (?)

